Uma paixão tão duradora dificilmente pode ter um fim, e Bernie Ecclestone é bem o exemplo disso. Quem julgava, quando o viu sair da Fórmula 1, que não mais ouviria falar dele, desengane-se pois ‘Mr. E’, só um dia, esperemos que daqui a muito, muito tempo, vai deixar de falar de F1. Desta feita, diz ter a solução para a alteração dos fins de semana de F1: “O meu sistema torna ambas as corridas excitantes”.
Até este momento as equipas não conseguiram chegar a acordo sobre as potenciais alterações no formato dos Grandes Prémios, e enquanto isso Bernie Ecclestone pensa que tem a solução e diz que a corrida sprint e a principal devem ser diferentes. Em declarações ao Auto, Motor und Sport, o britânico de 90 anos diz que “a chave aqui é fazê-lo bem. As pessoas só veem a corrida principal se lhes for dado algo diferente da corrida de sprint. A grelha da corrida de domingo não deve ser o resultado da corrida de sprint. Há que atribuir pontos na corrida de sprint, e depois inverter a grelha para a corrida principal. Se o vencedor da corrida de sprint receber quinze pontos, tem de recuar quinze lugares na grelha no domingo. Este sistema tornaria ambas as corridas excitantes. Porque no sábado alguém se perguntaria se devo ganhar a corrida de sprint mas perder posições na grelha, ou é melhor terminar em sexto lugar na corrida de sprint e depois começar em quarto na corrida principal? Talvez ganhasse mais pontos”, concluiu.
Provavelmente, por aqui se percebe porque as equipas estão a demorar tanto a chegar a acordo: Só de pensarmos que um piloto de corridas não daria o máximo, para ter mais hipóteses de ganhar mais pontos no dia seguinte, parece estranho, pois vai contra a essência do que deve ser qualquer piloto de F1, que é correr sempre para obter o melhor resultado possível.
Gerir corridas, tudo bem, tem a ver com pneus ou com estratégia, mas não querer vencer para não arrancar muito atrás na grelha, na F1, já parece demasiado rebuscado.
Mas a verdade é que todos sabemos como são as corridas de F1 quando algo as faz entrar em disrupção. Olhe-se para o GP de Itália do ano passado. Decisão difícil…










Porque é que este não se cala? Ele que vá brincar com o filho mais novo e deixe a F1 em paz.
Completamente de acordo! Ecclestone sempre a meter o bedelho onde já não é chamado! E sempre com soluções polémicas bem ao estilo de “não interessa se falam bem ou mal de mim, interessa é que falem”
Ó Pity, ele já deve ter descoberto que o filho não é dele…
Nunca ouviu o ditado “homem velho e mulher nova, filhos até à cova”? Vá… não seja má-língua. 🙂
Que ideia tão macaca… E o que impede as equipas de pastelar na corrida sprint para não perder tantos lugares na corrida principal? Eles basta fazerem uns cálculos rápidos e percebem logo que se chegarem duas vezes em 3º ganham mais pontos que ganhar uma corrida sprint e ficar entalados no meio do pelotão na corrida principal.
O que tem de acontecer é haver mais equipas competitivas, não é andar a nivelar o campeonato de forma artificial com estas ideias da treta.
Este desde que saiu de F1 é só ideias, é o que faz ter muito tempo livre, depois tem que se refugiar em algo, e como sempre é na bebida…….
Ora bem, no tempo dele, penalização os pilotos com 60 lugares na grelha por trocar peças no carro. Não é descabido ser penalizado em 15 lugares por ganhar uma corrida
Um fim de semana diferente:
Sexta feira dois treinos livres.
Sábado de manhã qualificação, formato atual. Inicio da tarde corrida curta 20 voltas, em que conforme a classificação do primeiro para o último escolheriam a posição em que queriam partir na corrida de domingo e receberiam os pontos da respetiva posição, se escollhece sair de primeiro recebia um ponto, de quinto cinco pontos e assim sucessivamente até vigésimo vinte pontos .No domingo seria uma corrida normal como nos anos anteriores com a respetiva pontuação para os dez primeiros 25,20,18,15…..