O nome de Bernie Ecclestone é referido ciclicamente na F1. O homem que controlou os destinos da F1 durante quase 40 anos terá ajudado a orquestrar o acordo feito entre a Red Bull e a FIA.
Quem o afirma é o Corriere della Sera, que diz que o britânico de 92 anos terá ajudado na realização do acordo entre a FIA e a Red Bull no caso do Limite Orçamental. A publicação refere as ligações próximas entre Ecclestone e Mohammed Ben Sulayem, atual presidente da FIA e Christian Horner, amigo pessoal de Ecclestone. Segundo a publicação italiana, “a sentença surgiu no final das consultas triangulares (Horner-Ecclestone-Ben Sulayem) é um dado adquirido”.
Surpreende que Ecclestone seja novamente referido? Não, o seu nome irá permanecer na F1 por muito tempo. A confirmar-se, se é bom para a F1? Aí surgem dúvidas, pois da FIA espera-se um comportamento isento e exemplar e se as negociações decorreram como a publicação italiana diz, o manto de incerteza e descredibilização volta a pairar sobre a F1.












Seria terrível ter esta figura sinistra a ter lugar numa F1 que se quer moderna e isenta.
Seria natural. Um especialista em jogadas de bastidores (gaba-se de ter passado milhões por baixo da mesa a uma das equipas de topo), tem sempre lugar numa organização de cartel, como é a FIA actual.
Tomara a F1 ter dirigentes apenas de metade craveira do sr Ecclestone.Hoje é só gente pequena em todos os sentidos.
De admirar seria se o maior dos trapaceiros não estivesse envolvido em mais uma vigarice dentro da Fábula 1!
E se remexerem um pouco mais no lodo, até o “Flávinho” vão encontrar…
Triste FIFIA ao que chegaste…