Não foi uma última época fácil para Sebastian Vettel, que até à equipa apresentar a versão B do AMR22 teve a vida dificultada, assim como Lance Stroll, naturalmente. O monolugar não ajudou de todo e se em corrida os pilotos conseguiram retirar mais performance, na qualificação penaram e isso custou muitos resultados finais. Quanto mais para trás arrancassem, mais tinham de recuperar na corrida.
A ética de trabalho de Vettel é irrepreensível e foi sempre elogiada pelos responsáveis da Aston Martin, mas o alemão merecia mais na época de despedida da Fórmula 1. Um carro que lhe desse garantias desde a primeira corrida e mais performante em qualificação. O 12º lugar, em igualdade pontual com Daniel Ricciardo, parece pouco para o que Vettel foi ainda capaz de fazer, mas terminar o ano igualado a um piloto que tinha um carro melhor do que o AMR22 é uma pequena conquista do alemão.
Nota: 7











Foi uma despida mais de acordo com os seu estatuto.
Estar a pilotar com menor pressão, fez com que o Vettel parasse a penosa sucessão de erros cometidos enquanto piloto Ferrari, e isso limpou um pouco a sua reputação.
Teve momentos brilhantes, como em Suzuka ou Austin, mas no geral o Vettel foi mediano, umas vezes melhor, outras pior.
Como disse, a época valeu por ajudar a limpar um pouco a sua imagem dentro de pista.
12.º lugar, não 17.º
Com o passar dos anos tornou-se num senhor, saíu pela porta grande com um bela parte final de época. Merecia melhor estratégia na última prova e com isso teria batido Stroll e Ricciardo e teria ficado ficado à frente do australiano no campeonato. Ficou atrás de DR o que foi apenas bem feito para os fãs do alemão que ao mesmo tempo são haters de Ricciardo, confesso que me deu um certo gozo…lol