Não foi uma última época fácil para Sebastian Vettel, que até à equipa apresentar a versão B do AMR22 teve a vida dificultada, assim como Lance Stroll, naturalmente. O monolugar não ajudou de todo e se em corrida os pilotos conseguiram retirar mais performance, na qualificação penaram e isso custou muitos resultados finais. Quanto mais para trás arrancassem, mais tinham de recuperar na corrida.
A ética de trabalho de Vettel é irrepreensível e foi sempre elogiada pelos responsáveis da Aston Martin, mas o alemão merecia mais na época de despedida da Fórmula 1. Um carro que lhe desse garantias desde a primeira corrida e mais performante em qualificação. O 12º lugar, em igualdade pontual com Daniel Ricciardo, parece pouco para o que Vettel foi ainda capaz de fazer, mas terminar o ano igualado a um piloto que tinha um carro melhor do que o AMR22 é uma pequena conquista do alemão.
Nota: 7










