Jonathan Wheatley, o chefe de equipa da Audi, revelou que a marca alemã se opõe a um possível regresso aos motores V8 na Fórmula 1. A Audi baseou a sua entrada no campeonato, prevista para 2026, em três pilares principais: um motor altamente eficiente, tecnologia híbrida avançada e combustíveis sustentáveis.
Apesar de haver uma crescente pressão no paddock para abandonar os novos regulamentos de motores e voltar aos V8 (usados pela última vez em 2013), Wheatley afirma que a posição da Audi não mudou. Embora os combustíveis sustentáveis sejam um ponto comum, a proposta de V8 eliminaria os outros dois pilares que foram cruciais para a decisão da Audi de entrar na Fórmula 1.
O regresso aos V8, se acontecer, só é visto como uma possibilidade para 2031, no final do ciclo do novo regulamento de chassis. No entanto, Wheatley reforça que a Audi pretende manter a sua posição atual “por muito tempo”.
“Acho que, fundamentalmente, foram três os pilares em que a Audi baseou a sua entrada na Fórmula 1”, disse o britânico à imprensa, incluindo o RacingNews365. “Um deles era um motor altamente eficiente, outro era tecnologia híbrida avançada e combustíveis sustentáveis. Portanto, não acho que a nossa posição tenha mudado nesse aspeto. E, tanto quanto sei, vamos manter essa posição por muito tempo.”










