O problema do efeito oscilatório continua a afetar muitas equipas. A forma mais simples de evitar esse problema é aumentar a altura ao solo dos carros, mas isso promove uma acentuada perda de performance. O exemplo da Aston Martin é o ideal para entender as dificuldades.
Segundo Andy Green, diretor técnico da Aston, há ainda muito trabalho pela frente para resolver as oscilações e as perdas que a equipa enfrenta para poder correr são significativas:
“Eu diria que ainda estamos longe de resolver o problema da forma como gostaríamos de o resolver”, disse Green. “Tivemos de fazer bastantes compromissos com o carro e com a afinação para podermos correr sem as oscilações. Mas tentamos algumas coisas e estamos a fazer bons progressos. Atualmente, eu diria que estamos provavelmente a perder mais de meio segundo, provavelmente mais perto de três quartos de segundo por causa disso”.
0.75 segundos por volta é muito tempo em F1. É a diferença entre ficar pelo caminho na Q1 e garantir a passagem à Q3, por exemplo. Há ainda muito trabalho pela frente para as equipas.










