F1: Aston Martin em contactos com várias equipas

Por a 2 Janeiro 2018 14:02

A Aston Martin vai ser patrocinadora da Red Bull em 2018, num acordo de nome similar ao da Alfa Romeo com a Sauber, mas a marca britânica está interessada em ingressar na Fórmula 1 como construtora de motores em 2021, caso as regras sejam do seu agrado, principalmente a nível de custos.

“Tenho algumas contas por cima, em termos de custos e preços. Como em todas essas coisas na F1, há fatores intangíveis, porque estamos a falar de retorno de marketing, e não necessariamente algo material. O retorno de marketing esperamos que se converta em vender carros, que é o motivo pelo qual estamos a fazer isto. Estamos a por as sementes na terra para quando trouxermos um carro para competir com o Ferrari 488, que foi o que fizemos com o Valkyrie. Trata-se de criar credibilidade para quando estivermos lado a lado com a Ferrari, Lamborghini e McLaren nas ruas. O timing para as regras de 2021 pode funcionar muito bem, porque trata-se do tempo em que colocaremos esses carros nas estradas”, disse Andy Palmer, presidente da marca.

A Red Bull e a Toro Rosso deverão mudar-se para a Aston Martin, caso a marca construa motores a partir de 2021, mas outras equipas já entraram em contacto com a marca britânica revelou Palmer, sem apontar nomes.

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2 comentários

  1. João Pereira

    2 Janeiro, 2018 at 17:32

    Pois eu não acredito que a Red Bull seja equipa para arriscar no arranque da Aston Martin (se a coisa se vier a realizar) em 2021, e sujeitar-se ao que a Mclaren sofreu com a Honda de 2015 a 2017, principalmente, depois de todos termos visto a atitude da Red Bull em relação à Renault durante 2015.
    Quanto a mim, se a Honda resultar na Toro Rosso, será essa a marca que no futuro virá a fornecer as duas “parelhas de bois”, e a Aston Martin sabe disso, daí estar em contacto com outras equipas, podendo mesmo assim vir a substituir a Honda na TR se esta for promovida à equipa principal (como a RB e a TR fazem como os pilotos), mantendo assim a Red Bull os dois construtores alternativos (que há tanto tempo deseja) sob seu controlo.
    A continuação da Renault como fornecedor da Red Bull e da Mclaren com motores de topo, estará seguramente fora de questão a partir do momento em que “as bananas” comecem a ser ganhadoras, a Red Bull sabe que nessa altura terá que se contentar com motores cliente, e a Mclaren também, daí Zak Brown já ter dito que não descarta a Honda para o futuro, apesar de Toto Wolfe ter declarado há pouco tempo, que com tempo de preparação pode fornecer a equipa de Wocking (agora que Ron Dennis está definitivamente afastado?!…).
    É preciso ter em conta que a Honda é nesta altura, o único construtor sem equipa própria, pelo que lhe interessa dar motores de primeira água a todos os clientes, já que nunca terá que temer concorrência (como já fez no passado com Williams e Lotus). Pela mesma razão, seria bom que o projecto da Aston Martin resultasse, para poder fazer companhia à Honda no fornecimento aos “garagistas” e ajudar a substituir a Ferrari, que essa já sabemos que nunca forneceu nem irá fornecer aos clientes a sua melhor tecnologia.
    A Honda e a Aston Martin, podem sem dúvida contribuir para uma maior aproximação dos tempos entre a última e a primeira linhas da grelha, e se isso acontecer, talvez fosse boa ideia a FOM e a FIA começarem a considerar desde já criar condições para os 26 carros (13 equipas) em pista previstos no regulamento.

  2. Nuz18t

    3 Janeiro, 2018 at 1:28

    Cheira-me a campanha eleitoral por parte da RB, o Helmut vem a dizer que os motores estao a ir no caminho certo, a AstonMartin a querer comprometer-se, mas os regulamentos de motores para 2021 ainda nao foram acordados pelas equipas, e que me lembre os construtores actuais nao estavam muito contentes com as ideias do Braw/fia… talvez a RB tenha uma bola de cristal! Cps

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