O GP da Turquia do ano passado ficou na memória pela dificuldade que os pilotos tiveram em manter os carros em pista, dada a pouca aderência. Este ano as coisas deverão ser diferentes.
O GP da Turquia foi adição de última hora ao calendário da F1 de 2020, e como a pista já não recebia competição há muito tempo, foram necessárias obras de beneficiação, nomeadamente colocar um asfalto novo. Ora a F1 chegou à Turquia poucas semanas depois do fim da empreitada e o asfalto não teve tempo de “curar” adequadamente. O novo asfalto precisa de tempo para proporcionar a aderência desejada e o pouco tempo entre o fim da obra e a chuva que se abateu sobre o traçado nesse fim de semana, tornaram o GP da Turquia uma espécie de bailado sobre gelo. Para este ano espera-se que os níveis de aderência sejam muito melhores.
Já passou um ano desde a instalação do asfalto, pelo que já passou pelas exigências do inverno e do verão, e além disso foram tomadas medidas como explicou Michael Masi:“Toda a superfície foi tratada para aumentar o nível de aderência. Enviamos regularmente, a cada época, atualizações às equipas sobre qualquer mudança nos circuito para os próximos eventos”, disse Masi. “Sejam barreiras, portões, o que quer que seja. Portanto, sim, a superfície na Turquia foi efetivamente tratada com jato de água, o que é um tratamento habitual. Temos visto isso regularmente utilizado em Singapura como exemplo, onde as estradas públicas que são utilizadas são reasfaltadas com regularidade devido ao movimento. Foi o que aconteceu, juntamente com algumas outras mudanças”.












