George Russell refletiu em Zandvoort, o circuito que recebe o Grande Prémio dos Países Baixos, sobre a desqualificação em Spa-Francorchamps, dizendo que não apagará da memória o bom desempenho que teve na prova belga, considerando-a uma “vitória”.
George Russell expressou que ainda considera o seu desempenho no Grande Prémio da Bélgica como uma “vitória”, apesar de ter sido desclassificado depois do seu carro ter sido considerado abaixo do peso mínimo exigido. O piloto da Mercedes foi o primeiro a receber a bandeira axadrezada em Spa-Francorchamps na última corrida antes da pausa de verão, batendo por pouco o seu colega de equipa Lewis Hamilton e Oscar Piastri da McLaren.
A desqualificação de Russell ocorreu depois de uma inspeção pós-corrida ter revelado que o seu carro estava 1,5 kg abaixo do peso mínimo exigido.
“Não fizemos um trabalho suficientemente bom”, disse o piloto britânico. “Uma série de fatores conjugaram-se e levou-nos a ultrapassar as nossas expectativas de perda de peso. Incluindo eu próprio, porque perdi um pouco mais de peso durante a corrida do que pensávamos. Os pneus perderam muito mais do que esperávamos. A prancha no fundo também desgastou-se mais do que pensávamos. Foram estes três ou quatro fatores, todos juntos, que nos fizeram ultrapassar os limites.”
No entanto, Russell sublinhou que a sensação de cruzar a linha de meta em primeiro lugar e de festejar no pódio é algo que não lhe pode ser retirado.
“Antes da corrida, sabia que estava um pouco leve, mas era demasiado tarde para fazer uma mudança substancial sem comer um bife ou algo do género, o que, provavelmente, não foi a melhor rotina pré-corrida. Há coisas que agora, em retrospetiva, podemos fazer melhor e vamos fazer melhor daqui para a frente. E, como sempre, é preciso errar primeiro para reconhecer que há um problema”, explicou o piloto da Mercedes, acrescentando que “perdi 25 pontos. Mas, na minha cabeça, continua a ser uma vitória. Guardei o capacete e vai ficar na minha mesinha de cabeceira com as minhas outras duas vitórias. E, como já disse, os festejos que tive com a equipa no momento a seguir foram das melhores sensações da minha carreira.”










