Uma forte campanha na Fórmula 2 em 2018 valeu-lhe a promoção à F1 com a Toro Rosso, e o seu começo foi bom o suficiente para que a Red Bull o colocasse no lugar de Pierre Gasly, no ‘triturador’ lugar ao lado de Max Verstappen. Com ‘ferros se mata, com ferros se morre’, e sofreu exatamente o mesmo que Gasly, mas enquanto o francês só teve 12 oportunidades, Albon fez 26 corridas, até acabar a paciência da Red Bull. Albon é um bom piloto, como provavelmente vai provar este ano, e muitas vezes mostrou na Toro Rosso e Red Bull, o problema é que aí tudo o que não é ‘Verstappen’, não serve. Na Williams tem a oportunidade de mostrar o que vale num ambiente com menos pressão, sem a sombra de Verstappen. A F1 implica pressão, mas Albon foi provavelmente o piloto menos bem preparado dos últimos tempos para enfrentar os desafios da F1 (a sua chamada foi surpreendente e ele já tinha acordo com a Nissan para a Fórmula E). Não teve tempo de cimentar a sua posição, com a exigência das vitórias e de igualar um piloto genial que já tinha quatro anos de experiência (e muito erros acumulados). Albon saiu da F1 com a sua cotação em baixo, mas se a Red Bull fez questão de o manter, deve ser sinal de qualidade. Tem na Williams a equipa certa para recomeçar. Jost Capito parece estar radiante com o que tailandês trouxe para a equipa para já.











