A Racing Point deu que falar nos testes de Barcelona, apresentando um conceito muito semelhante ao da Mercedes. Os responsáveis da equipa estão optimistas neste arranque de época.
Alguns acusaram a equipa de ter uma vantagem injusta, dadas as ligações privilegiadas com a Mercedes, mas Andrew Green, diretor técnico da Racing Point, desde início defende a legalidade do carro. Green admitiu que está feliz com os primeiros indícios do novo chassis, que estão dentro do que esperava:
“Mentiria se dissesse que não estamos felizes com a nossa forma atual”, disse Green. “O nível de desempenho que vemos no carro é o que esperávamos depois que tiramos os dados do túnel de vento. Quando os pilotos guiaram o carro, há algumas semanas atrás, no simulador, eles estavam muito entusiasmados. Eles estavam preparados para o que estava por vir, não tínhamos certeza se conseguiríamos aproveitar todo o potencial do que víamos no trabalho de simulação.”
“Estamos apenas a tentar tirar o melhor possível do pacote que temos e acho que veremos onde estamos nas primeiras corridas. É muito promissor, com certeza”.
Green explicou que a abordagem da Racing Point foi influenciada pela regulamentação para 2021 e sabendo que era imperativo ter um início forte do ano para que a equipa pudesse mudar o foco para o próximo ano cedo.
“Essa sempre foi a estratégia, começar bem rapidamente”, acrescentou Green. “Como sabíamos que o resto do ano seria muito desafiador com os regulamentos de 2021, tivemos que começar rapidamente. Não podíamos começar devagar, atualizar e aumentar a velocidade do carro durante a temporada, como fizemos no ano passado, isso não será possível. Haverá algumas atualizações para este carro, e de seguida começaremos com o carro do próximo ano. “











