A mudança de formato dos fins de semana de F1 contiuna em cima da mesa, mas para Andreas Seidl, menos dias não pode significar mais corridas.
O intuito de diminuir o número de dias é a poupança de recursos por parte das equipas. As equipas chegam às pistas na quinta feira e ficam até domingo. Reduzindo num dia a estadia das equipas, pode-se fazer alguma poupança. Mas o ideia inicial da Liberty era que essa poupança permitisse mais corridas, uma ideias que não agrada ao responsável da McLaren:
“Encurtar os fins de semana para sábado e domingo terá uma influência positiva”, disse Seidl, citado pelo Motorsport-total.com. “Mas isso não afeta quantas corridas podemos fazer. Tal não justificaria termos mais fins de semana. O problema para mim é que estamos longe de casa nestes fins de semana e isso não é sustentável para os membros da nossa equipa.”
Seidl comentou também o novo Pacto de Concórdia que prevê o aumento para 25 corridas por ano: “No final ficamos felizes com o resultado geral, mas isso não significa que temos que fazer 25 corridas. Tenho certeza de que haverá mais discussões entre todas as partes sobre qual é o caminho certo.”
Wolff também deu a sua opinião sobre o tema:
“Pessoalmente, gosto muito”, disse Wolff sobre os fins de semana de dois dias. “Se temos menos treinos e dados, há maior variabilidade. No final, não é a equipa mais forte que vence, mas sim a que melhor se adapta e é a mais inovadora. Mas temos que fazer a pergunta aos promotores porque eles vendem bilhetes para sexta-feira. Muitas pessoas não podem pagar bilhetes de fim de semana e ainda podem ver os carros de Fórmula 1 na sexta-feira. Isso é algo a considerar. ”










