A Alpine focou-se em aprimorar a performance da sua unidade motriz, de forma a poder aproximar-se das concorrentes. Os responsáveis da equipa consideram que foi feito um bom trabalho e que as diferenças foram agora minimizadas.
Bruno Famin, responsável pelo departamento de motores do fabricante francês, disse que a Alpine assumiu “muitos riscos” para alcançar ganhos de desempenho:
“O risco que corremos foi tentar desenvolver o motor o mais possível e correr o risco de não fazer o processo de validação completo que poderíamos ter feito normalmente”, explicou Famin, citado pela The Race. “Queríamos realmente ir até ao último momento, e por vezes um pouco tarde demais porque tivemos alguns problemas. Mas queríamos realmente forçar ao máximo o lado do desenvolvimento. Até introduzimos modificações no nosso motor tardiamente, antes do início da temporada. Foi assim que assumimos alguns riscos, porque penso que a nossa estratégia era clara. Era estar de volta ao jogo em termos da unidade motriz e foi conseguido”.
“Claro, o desempenho da unidade motriz é muito importante”, acrescentou a Famin. “Mas havendo um ganho na aerodinâmica, do lado do chassis, fazendo algum compromisso do lado da unidade motriz, esse compromisso era feito. Trabalhámos muito na integração, no peso, e no arrefecimento. Essa é realmente a grande mudança. É mais do que uma mudança na filosofia técnica, é de facto uma mudança na forma de trabalhar com Enstone”.
“Foi uma época positiva porque, em termos de desempenho, diminuímos muito as diferenças”, disse ele.










