Daniel Ricciardo ficou sem o lugar de piloto principal na McLaren e apesar de ter alguns convites de equipas mais pequenas para ocupar o mesmo lugar nas suas estruturas, decidiu ficar sem competir na Fórmula 1 em 2023 para se dedicar a encontrar um lugar numa equipa de topo no próximo ano, sendo ao mesmo tempo piloto de reserva e cara da Red Bull.
Tendo estado situação semelhante em 202 , se bem que numa “posição um pouco diferente” de Ricciardo, Alexander Albon diz entender a decisão do australiano.
“Tive a sensação de que estava com fome [de competição] uma semana após minha saída”, explicou Albon, citado pelo Motorsport-Total.com. “Mas sei o que ele quer dizer. Se temos anos maus na Fórmula 1, isso exige muito de nós. Nascemos para ser competitivos e estamos famintos por isso. É para isso que vivemos. É tudo uma questão de performance e ter bom desempenho”.
Não foi apenas Ricciardo a ficar sem lugar para 2023. Mick Schumacher queria manter-se na Fórmula 1, mas os responsáveis da Haas preferiram Nico Hülkenberg ao jovem alemão, passando este a piloto de reserva da Mercedes. Albon, que “por ser jovem, tive a sensação de que ainda não tinha acabado” a carreira na Fórmula 1 quando ficou uma temporada de fora da grelha e regressou em 2022, salientou que o mesmo pode acontecer a Schumacher.












