Em declarações à Auto Hebdo, Alain Prost não esconde o seu desapontamento com a atitude de certas equipas face ao que diz ser a falta de objetividade relativamente ao futuro do Grande Prémio de França.
É bem possível que a corrida de hoje seja a última em França durante algum tempo, já que este é o último ano do contrato e a F1 e a Liberty Media têm tantas alternativas, que não estão nada preocupados. Como se sabe, anda a ser discutido um sistema de rotação com outras provas, e nesse contexto a prova francesa pode-se ‘salvar’, caso acorde entrar nesse sistema com outro qualquer evento que se realize por perto.
Nesse contexto também o Grande Prémio de Portugal pode vir a estar inserido, ainda que seja sempre necessário um forte investimento do Governo português
Alain Prost diz o óbvio: “As equipas não são objectivas, e não se pode dizer que defendam o GP de França, porque há corridas que dão muito mais dinheiro, muito mais e esse dinheiro é distribuído entre as equipas”, disse. É só somar 2+2…











