F1: acidente de Hamilton impede Leclerc de rodar

Por a 30 Janeiro 2025 08:50

O segundo dia de testes da Ferrari em Barcelona teve que ser encurtado devido ao acidente de Lewis Hamilton, que deixou Charles Leclerc com menos tempo de pista. Como se sabe a Ferrari está a aproveitar os regulamentos que permitem testar carros da temporada anterior (SF-23) com os seus pilotos, cada equipa tem direito a 1000 km divididos por quatro dias de testes e depois da Ferrari ter rodado em Fiorano, e ontem em Barcelona, o acidente de Hamilton, segundo o Motorsport Itália, na Curva 12, isso teve como consequência danos significativos na dianteira do monolugar, o que impediu Charles Leclerc de testar porque o tempo que a equipa de mecânicos precisou para reparar o carro levou a que, quando este estava pronto, a luminosidade na pista já não era a ideal, pelo que a Scuderia entendeu que era melhor que Leclerc não rodasse.

Para o último dia de testes da Ferrari nesta semana serão Antonio Giovinazzi e Dino Beganovic que testarão o SF-23.

Recorde-se que Beganovic é piloto da Prema e membro da Ferrari Driver Academy, e prepara-se para obter a superlicença da FIA, estando previsto que faça treinos livres esta temporada. De resto, Hamilton e Leclerc ainda podem testar o SF-23 mais um dia este ano, sendo que a equipa pode aproveitar o teste da Pirelli em fevereiro para completar o quarto dia de testes.

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16 comentários

  1. Danny Ric Fan Club

    30 Janeiro, 2025 at 9:16

    Já deve haver gente a pensar que foi a prima donna a sabotar de propósito o companheiro de equipa…

  2. Homem do Leme

    30 Janeiro, 2025 at 13:23

    Acontece aos melhores…

  3. Vespamax

    30 Janeiro, 2025 at 14:47

    Claro que já está a tentar condicionar o Leclerc, mas de pouco lhe serve…

  4. jo baue

    31 Janeiro, 2025 at 12:38

    Mal entrou na Ferrari, o Schumacher alterou logo os métodos de trabalho. Reuniões às 8h e não 1 voltinha às 9 e reunião a seguir para delinear a estratégia. Mais, acabou com o hábito de rodar o carro com 50 kg de combustível e no fim dos testes aligeirá-lo a fim de obter cronos para “inglês ( jornalista) ver”. Quem o informa é o seu engenheiro da altura, fim de 1995, o Bin8.
    Isto vem a propósito das encenações teatrais do HAM, fixado em imitar o alemão, ao ponto de vestir-se como ele em Fiorano até ao ir também, de forma muito pouco discreta, jantar ao famoso “Montana” ( imagina-se qual a reacção naquela cozinha quando informaram que é vegano..) . Em Barcelona, agora que suprimiram a chicane na descida mesmo antes da curva final para a recta da meta, anda-se muito rápido nessa zona. E dizem que estava a ir a fundo, queria mostrar-se, e já se sabe, foi o patatrac. Regressando ao Schumacher, naquele frio dia de novembro de 95 no Estoril, com autorização do Briatore estreou.se com o Ferrari e rodou com o 412 T2 ( e um V10 “laboratório) do Alesi equipado com aquele fantástico V12. Conclusão: No seu 1º dia de trabalho foi 1.6seg mais rápido do que o francês nesse ano na qualificação para o GP do Estoril. Com 50 kgs de combustível.

    • Ricfil

      31 Janeiro, 2025 at 21:06

      Está a comparar o alemão com 26 anos e o inglês com 40?
      Comparação excelente e apropriada… Vá comparar um Hamilton com 22 anos e um Schumacher com 26 anos e depois falamos.
      O Hamilton (tecnicamente com 8 títulos) tem um CV em praticamente tudo superior ao alemão.
      Deve ser daqueles que usava o CV do alemão para justificar a superioridade absoluta deste sobre todos os outros pilotos – sem contestação – afinal “os números falavam por si”. Assim que o CV dele foi ultrapassado imagino que tenha custado…

      É a Vida. Conforme disse, “tecnicamente falando”, “já era” da posição de número um. E é para isso que existe Rennie.

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