Muitos podem dizer que os carros de F1 são todos iguais mas essa afirmação está muito longe de ser verdadeira.
A distância entre eixos é definida por uma série de fatores, desde a organização interna dos componentes, em especial a unidade motriz e transmissão, até o desejo das equipas em moldar os fluxos de ar. Um carro mais comprido, como é o caso do Mercedes, permite às equipas uma area maior para direcionar o ar e assim criar mais apoio aerodinâmico, apesar de tornar o carro menos ágil em curvas lentas. Um carro mais curto torna-se mais eficiente em curvas lentas, mas tem menos capacidade de criar apoio aerodinâmico. É este equilíbrio que deve ser encontrado pelas equipas. Neste vídeo podemos perceber um pouco melhor a influência desta caraterística por vezes esquecida:












