A temporada de 2024 foi considerada tão emocionante como a de 2021, de acordo com a opinião de vários chefes de equipa, com sete pilotos diferentes a vencer Grandes Prémios. Inclusivamente a disputa pelo título de pilotos quase esteve ao rubro, até que erros da McLaren ‘impediram’ uma maior aproximação de Lando Norris a Max Verstappen, mas sob outras perspetivas, esses mesmo chefes de equipa criticaram fortemente a nova gestão da FIA, sob a alçada de Ben Sulayem.
Começando logo pela divergência de opiniões entre a FIA e a FOM quanto à aprovação da equipa Andretti, depois o forte aumento da severidade das penalizações para pilotagem inadequada (de 5 para 10 segundos), por fim a deterioração da relação entre pilotos e a FIA, o que resultou numa carta aberta da GPDA, exigindo transparência à federação.
Neste contexto houve uma reunião entre os pilotos de F1 e a FIA e daí resultou que a FIA vai impor um novo ‘Driving Standards Guidelines’ (Guia para as normas de pilotagem) em 2025 resultante do debate sobre a interpretação de “quem tem o direito à curva”, isto depois dos incidentes que envolveram Max Verstappen, por exemplo, o de Austin, em que Verstappen forçou Norris a sair de pista, situação que exemplifica bem a necessidade de clareza nas regras, porque nessa altura as opiniões de quem regula e a de muitos outros observadores do fenómeno da F1 foi quase oposto.










