O mundo do desporto tem-se unido contra a Rússia, e foram muitos os que atuaram nesse sentido.
A Fórmula 1 cancelou o GP da Rússia e ‘rasgou’ o contrato para mais corridas no país. A FIA condicionou a participação de concorrentes russos e bielorussos, só os aceita mediante determinadas condições, obrigando-os a seguir um código de conduta, que terá de ser assinado, em que os pilotos russos e bielorrussos perderão o direito a competir se manifestarem apoio à invasão militar russa na Ucrânia e proíbe o uso de imagens relacionadas com as bandeiras e cores nacionais dos dois países nas redes sociais.
Mas há mais. Numerosas competições colocaram de parte atletas russos e bielorussos, numa medida que nem o escândalo do doping conseguiu, e que na prática afasta a Rússia de todos os desportos.
Começando pelo Jogos Paralímpicos, os atletas russos e bielorussos foram afastados, ainda que tenha sido necessários protestos doutros países, pois inicialmente o COI aceitava-os.
A FIFA (futebol), expulsou todos os clubes e equipas nacionais das competições internacionais. Na prática a Rússia não vai ao Mundial de 2022 e o Spartak de Moscovo foi afastado da Liga Europa.
A UEFA, o órgão dirigente europeu do futebol, retirou a final da Liga dos Campeões de S. Petersburgo, e cancelou o contrato de patrocínio com o gigante energético russo, Gazprom.
Há vários outros exemplos e até a Electronic Arts, ‘dona’ do jogo de vídeo de futebol da FIFA, já revelou que está a retirar a Rússia do jogo, seleção e clubes.
Nada disto é decisivo para o que vive atualmente o povo ucraniano, mas ajuda…










