Daimler, a ‘dona’ da Mercedes, pretende cortar boa parte do dinheiro que a Mercedes gasta na Fórmula 1. Soube-se há algum tempo que a Mercedes gastou um montante de 430 milhões de dólares para ganhar os dois campeonatos do ano passado e agora com a entrada do limite orçamental de 145 milhões de dólares a chegar em 2021 o CEO da Daimler, Ola Kallenius, assegura a Mercedes na Fórmula 1 mas adverte que os gastos cairão para metade: “Não temos mais razões para nos retirarmos da Fórmula 1 do que o Bayern Munique tem de se retirar do futebol”, disse à TV6, acrescentando depois a parte das más notícias para os homens de Brackley e Brixworth: “O fardo financeiro nos próximos três anos será reduzido para metade. Mas estabelecemos objetivos mais agressivos para a F1 do que para outras áreas da empresa”, disse Ola Kallenius. Seja como for, e sendo certo que gastar 430 milhões para vencer é muito, o novo teto orçamental da F1 já obrigava a que a Mercedes gastasse bem menos que metade. Basicamente o que Kallenius diz é uma evidência já programada.
O que Kallenius não menciona por enquanto é o que vai acontecer no período de 2024-2025, pois este será o momento em que a Mercedes, bem como todas as outras equipas terá de gastar mais dinheiro no desenvolvimento de um novo motor, já que este está planeado para o período 2026-2030. E só fará sentido gastar esse dinheiro se a Mercedes quiser ficar para lá do fim do atual Pacto da Concórdia que dura até 2025.












O tecto orçamental é para isso mesmo: para cortar nas despesas.
Metam motores mais simples que já vão ver que esse tecto dá e sobra para muitas coisas. São os motores sofisticadissimos que absorvem grande parte do investimento das equipes, e que tornam a F1 tão cara.
São “prendas” lindas com que a FIA tem “tratado da saúde” desta F1 nos últimos anos.Os resultados estão à vista.
Também nisto o que parece…não é !
o que pensarão os infelizes que a Daimler despediu…. sem comentários…..