Já não é de agora, mas o tema continua a fazer correr alguma tinta. Na reunião do Grupo Estratégico da Fórmula 1, os chefes das equipas de Fórmula 1 defenderam que as penalizações nas manobras de ultrapassagem, aplicadas pelos comissários, não deveriam ser tão severas.
É defendido que os pilotos evitam arriscar porque estão cientes da severidade e intolerância na aplicação das penalizações. Daí os pilotos pensarem muito mais antes de agirem, porque penalizações como um drive-through, serem acrescentados segundos ao seu tempo final da prova, a perda de posições na grelha para a corrida seguinte ou mesmo a penalização com atribuição de pontos na carteira, podem não justificar o risco de uma ultrapassagem que não correr tão bem. Os chefes das equipas de Fórmula 1 pedem, sobretudo, que os comissários sejam mais brandos na aplicação das medias, para que os pilotos possam arriscar mais, beneficiando assim o espetáculo. Concorda?













No rules !-regulamento da Can_Am e Intersérie dos anos 60 e 70.
Isso foi a Golden Age do motorsport.
No fim as regras matam o desporto e é isso que estamos a assistir. Digo eu.
Eu acho qe sobretudo haja bom senso por todas as partes afinal a F1 sem publico qe fiqe entusiasta pelas corridas ficaria a perder.
Pegando nas palavras do Marco, é mesmo aí que bate o ponto: bom senso, porque regras, têm de existir, e para serem cumpridas, tem de haver penalizações, caso contrário, nenhum piloto cumprirá as regras. Só que as regras têm de ser simples, claras, uniformes e justas, não podem ficar ao livre arbítrio dos comissários, como muitas vezes acontece. Aproveito para responder ao António: nos anos 60 e 70, o desporto era mais são, os pilotos eram, na sua maioria, “gentlemen” e agiam como tal, levando os que o não eram, a comportarem-se da mesma forma. Hoje, a maioria é (ou… Ler mais »
Pity,
Isso sim foi um comentário que merece aplausos !