A corrida em Miami é mesmo a principal novidade do calendário da Fórmula 1 de 2022, que apesar de ainda não ter sido oficializado, já está quase delineado. De resto, é, mais ou menos, o que se esperava, sendo que a duração contratual original de alguns promotores foi prolongada por um ano em troca da realização de eventos à porta fechada na época passada e, em alguns casos, também este ano.
Os contratos do Mónaco, Singapura, Austin e Abu Dhabi expiram este ano, Barcelona fez um contrato de um ano (2021), mas há também quem diga que assinou por cinco anos. Bahrein e Bélgica terminam em 2022. Suzuka, apesar de não se realizar este ano, tem contrato até 2023.
Quanto ao Mónaco, está a perder força com a Liberty e a ‘primeira bola a sair do saco’ foi o encurtamento do programa do fim de semana, desaparecendo o treino livre de quinta feita e a sexta feira sem nada em pista.
E pelos vistos passa também a pagar para ter a corrida, fala-se em 15 milhões de dólares, o que é uma mensagem clara da Liberty: O Mónaco deixou de ser ‘intocável’ na Fórmula 1.
Muito glamour, mas pouco do que verdadeiramente interessa: não há espaço para ultrapassar, pouca ação em pista e corridas aborrecidas. Muito giro para quem vê ao vivo, um aborrecimento para quem segue na TV, que quase sempre vê procissões muito rápidas. Vamos ver como esta história evolui.
De resto, a Liberty tem sido inflexível: slots ‘fixos’ no calendário deixarão de ser permitidos, seja para a Austrália, Mónaco, Abu Dhabi ou qualquer outro. Vamos ver o que irá ser comunicado oficialmente, mas não deve ser muito diferente do que já divulgamos anteriormente: CLIQUE AQUI










