Para começar, e ainda envolvidas na confusão dos direitos do nome Lotus na Fórmula 1, encontram-se a LotusRenault GP e a Team Lotus. No final do ano passado, ambas as formações planeavam decorar os seus novos monolugares com a evocativa decoração preta e dourada, dos tempos da John Player Special (JPS), mas com o avançar dos tempos e a confusão a subir de escala, a formação de Tony Fernandes optou por alterar os seus planos e manter a também evocativa decoração verde e amarela para o T128.
Ainda com conotações ao universo do tabaco, a Williams mostrou no final do mês de fevereiro as cores definitivas do FW33, as quais recordam vivamente os monolugares com que a formação competiu (com sucesso) na década de 1990, então com o apoio da Rothmans. O retorno a estes esquemas de decoração com reminiscências dos tempos em que as tabaqueiras patrocinavam as formações de F1 não deixa de ser estranho numa fase em que a publicidade a esse tipo de produtos é proibida e qualquer simples indicador disso pode causar polémica.
Que o diga a Ferrari, que no ano passado se viu na contingência de alterar o emblema do código de barras que adornava o F10. Curiosamente, o novo logótipo da Scuderia, apresentado este ano e que está presente no 150º Italia, até se assemelha ao da Marlboro…
Por outro lado, a Mercedes recorre ao prateado das ‘flechas de prata’ para decorar os seus monolugares deste ano, evocando os vitoriosos modelos da história do automobilismo. Ligada à marca alemã, a McLaren também recorre ao prateado das ‘flechas’ para decorar o seu MP4-26. Diferenças? A Mercedes aposta no verde (Petronas) para adornar outras partes do seu monolugar, a McLaren ao vermelho (Vodafone).










