Para muitos parece quase incompreensível o porquê de uma equipa, a McLaren, que em 2012 vence sete Grandes Prémios, realiza em 2013 a pobre época que todos sabem. Se é verdade que a perda de Lewis Hamilton, por troca com Sergio Pérez foi um revês, ninguém pensaria que a McLaren a meio da época pudesse estar a 22 pontos da Force India no Mundial de Construtores, na sexta posição, terminando o ano sem um único pódio, sendo necessário recuar 33 anos, a 1980 para encontrar um registo semelhante.
Para Gary Anderson, analista de técnico de F1, a asa da frente do McLaren não foi tão bem conseguida quanto as da Red Bull, Lotus, Ferrari e Mercedes, que têm vários pequenos perfis para controlar melhor as perdas em curva, enquanto a McLaren optou novamente por ter apenas dois elementos maiores sobre as asas, o que para Anderson não ajudou o carro em curva.
Só que o que mais causa estranheza é o facto da McLaren ter tido um carro ganhador em 2012 e o completo oposto em 2013. Conclusão? No final de 2012 os responsáveis técnicos da McLaren admitiram que o MP4/27 funcionava melhor do que eles esperavam; este ano é evidente que o MP4/28 funcionou muito pior do que eles previam. Isso quer dizer que não sabem porque é que o que estava bem funcionou, nem porque é que o que estava mal não funcionava.










