O espanhol admitiu à radio Onda Cero que também não ficou particularmente agradado com as declarações de Luca di Montezemolo, presidente da FOTA, e dos restantes membros daquela Associação, afirmando compreender a posição de Mosley.
“Não apoio o Max Mosley até ao fim, mas sou da opinião que se devem respeitar as instituições, e o que o Luca fez foi uma falta de respeito para com a FIA e o Conselho Mundial. Não me surpreenderia se o Max Mosley concorresse para a reeleição”, afirmou.
“A pior coisa que se pode fazer a um animal ferido é deixá-lo ferido e o que Luca di Montezemolo conseguiu foi reactivar o Max”, acrescentou, usando a mesma expressão que o britânico proferiu ontem: “Não se pode dançar na sepultura de alguém antes de estar morto”.
No entanto, e apesar de garantir que seria complicado concorrer contra Mosley, Gracia admite que poderia concorrer ao cargo de presidente da FIA.
“Não me excluo da corrida à presidência da FIA. Acredito que o Max Mosley tem muito apoio e pensaria duas vezes antes de concorrer contra ele, por que não quero correr quaisquer riscos que possam causar danos ao automobilismo espanhol. Acima de tudo, sou presidente da Federação Espanhola e tenho de defender os interesses do desporto espanhol”, concluiu.











