Bernie Ecclestone mostrou-se contra a introdução de um teto orçamental na Fórmula 1, defendendo que as equipas não devem precisar desse mecanismo de controlo de custos. Esta temática assume especial relevância numa altura em que as formações enfrentam dificuldades financeiras, sobretudo as mais pequenas, e em que há apenas três construtores após saídas da BMW, Toyota e Honda (esta última com regresso marcado para 2015 como fornecedor) devido aos elevados custos.
Para Ecclestone, a questão dos custos pode resolver-se com auto-regulamento das formações explicando que “se as equipas podem cortar nos custos, por que não gastam menos? Não penso que precisem de um teto orçamental. As pessoas que não precisam disso irão encontrar um caminho”. O britânico diretor executivo da F1 concluiu o objetivo redutor de despesas do teto orçamental, criticando a introdução das novas unidades motrizes: “Colocámos este novo motor e os custos são quatro vezes superiores, e os fabricantes gastam muito dinheiro”, disse.










