“Pergunto-me se os pilotos não estarão demasiado desligados da sensação de risco. Na Bélgica e Italia pareciam assumir riscos nos locais mais estranhos, por exemplo quando Webber passou Alonso em Spa, ou mesmo a ultrapassagem de Vettel em Monza, com duas rodas sobre a relva. Podes escapar dessas situações nove vezes, mas á décima… Gostaria dos ver pilotar o meu carro de 1983, pois só assim dariam conta do que estão a fazer.”, começou por dizer Alain Prost que diz ainda que ficaria frustrado se fosse hoje em dia piloto de F1: “O piloto sempre foi importante na F1, mas agora nem tanto. Podes comprová-lo olhando para as diferenças entre companheiros de equipa. Às vezes a margem reduz-se a uma décima de segundo, quando no passado podia ser um segundo ou mesmo dois.”continuou Prost que ainda opinou sobre o regresso de Michael Schumacher à F1: “Se o objetivo era voltar a ser campeão do mundo, então foi ridículo, mas se a intenção era ajudar a Mercedes e o Nico Rosberg, no mínimo foi um gesto nobre”.











