“Penso que aproximar [a F1] dos automóveis do quotidiano é bom. Aligeirar os carros e ter motores mais pequenos; recorrer ao turbo é a solução para ter pequenos motores e ganhar no peso dos veículos no total. Sabemos bem que a Fórmula 1 está nos momentos importantes quando há tecnologias inovadoras e que permite o seu melhoramento”, afirmou Prost ao site AutoHebdo.fr.
“Lembrem-se que em 1986, para um motor de 1.5 turbo, tínhamos 1400 cavalos em qualificação. Era a Renault que tinha o motor mais potente. Vimos bem que era possível ter potências incríveis com motores pequenos. Não temos necessidade de tanta potência nos carros de série, mas temos de os desenvolver ao máximo para termos os motores mais pequenos possíveis, para termos viaturas mais leves, de forma a economizar nos consumos e nas emissões de CO2”, acrescentou.









