O Renault Arkana era um carro que despertava alguma curiosidade. O primeiro SUV coupé de uma marca generalista, entrando num mundo que estava reservado a marcas premium. A forma e a “aura” do Arkana não deixam ninguém indiferente e pode ser daqueles casos em que se gosta ou se odeia.
O Novo Arkana é baseado na plataforma modular CMF-B, a mesma que serve as últimas gerações do Clio e Captur. Quanto a motores, todos beneficiam da mais recente tecnologia totalmente híbrida – E-TECH Híbrido 145 cv – e motores 1.3 TCe micro-híbridos (ou mild-hybrid) de 12V, para além das versões de 140 cv e 160 cv.
Este veículo irá apelar a um público muito específico. É para quem quer espaço para a família e a imponência de um SUV, sem abdicar de um comportamento mais desportivo. O certo é que o Arkana tenta unir dois mundos que parecem tão díspares que o exercício se assemelha a misturar água com azeite. A Renault tentou, com algum sucesso, mas o resultado não será para todos os clientes. Há pormenores interessantes, outros nem por isso. No geral, o Arkana é SUV do segmento C competente, mas que tenta algo difícil de fazer e que paga o preço por isso. A versão ensaiada é a 1.3 TCe 160 Mild Hybrid, na versão RS Line, com a caixa automática EDC 7 velocidades.










