Portugal é um país pequeno em dimensões mas premium em matéria automóvel. O mais recente estudo do Observador Cetelem concluiu que as marcas denominadas premium são responsáveis por 24% das vendas de veículos novos.
Um valor expressivo, se pensarmos que mercados como os da Alemanha, Reino Unido e Bélgica, apresentam valores pouco superiores: 29% no primeiro e 27% no segundo e terceiro casos. De franzir o sobrolho é saber que dos 15 países analisados, apenas estes três estão acima de Portugal, que ocupa assim a quarta posição na variável em análise.
É na Europa que as marcas premium são mais representadas, com um mercado apoiado essencialmente pelas empresas, através de soluções de financiamento e aluguer de longa duração. O estudo aponta ainda outros fatores que levam ao crescimento das marcas topo de gama, como a aposta em modelos alternativos à tradicional berlina, o que parece cativar novos segmentos de consumidores.












Além de apaixonado, desde criança, pelo fenómeno automóvel, trabalhei muitos anos na Gestão de Frota de uma das maiores empresas nacionais pelo que estou relativamente bem informado quanto ao assunto deste post. Relativamente a Portugal, cujos meandros conheço melhor, há ainda hoje uma certe ‘elite’ que continua a querer viver como no tempo em que o Brasil era uma colónia portuguesa e donde vinham ouro e pedras preciosas para mandarmos construir conventos, mosteiros, comprar carrilhões caríssimos, etc… para essa elite (da época) viver faustosamente. Só que esse tempo acabou mas, para algumas mentalidades de agora, essa perspectiva de vida mantêm-se… Ler mais »
Como diz o Assis – “Se calhar queriam que andássemos de Renault Clio, não?!”