O paddock da FIA Fórmula 1 e das suas categorias de promoção ruma ao Principado para a segunda ronda da temporada de 2026. O traçado urbano de Monte Carlo promete testar os limites dos jovens pilotos num fim de semana com dinâmicas desportivas exclusivas.
A ação em pista arranca excecionalmente na quinta-feira com os treinos livres. Na sexta-feira, a qualificação divide o pelotão em dois grupos (A e B) devido à extensão da pista, definindo-se a pole position pelo piloto mais rápido à geral, enquanto as restantes posições se alternam entre os grupos. O programa encerra com a corrida de sábado e a Corrida Principal no domingo de manhã.
À entrada para a segunda prova, Bruno del Pino, Taito Kato e Enzo Deligny destacam-se como os únicos pilotos com pontuações em todas as provas. No campeonato de equipas, a Van Amersfoort Racing lidera a tabela pela primeira vez desde a sua estreia em 2022. O historial em Monte Carlo dita um favoritismo absoluto a quem sai da frente, mantendo-se uma taxa de vitória de 100% a partir da pole position na Corrida Principal da F3.
Exigências técnicas de um traçado citadino
A reduzida velocidade de ponta transfere o foco das equipas para o apoio aerodinâmico. Conforme explica Pierre-Alain Michot, Diretor Técnico da FIA F3, “as equipas procurarão maximizar a força descendente na volta mais curta do calendário”.
Para a Pirelli, o composto macio selecionado minimiza a degradação, permitindo aos pilotos defender posições. O piloto Théophile Nael, da Campos Racing, sintetiza a exigência local: “Monaco é louco! É a pista mais difícil do mundo e a qualificação é a parte mais dura.”











