Toto Wolff considera que a Fórmula 1 deve estar preparada para ajustar o regulamento técnico de 2026 caso se confirme a necessidade de alterações. O chefe de equipa da Mercedes reagiu às críticas que surgiram após o Grande Prémio da Austrália, onde vários pilotos manifestaram preocupações com o comportamento dos novos monolugares e com o impacto da gestão de energia na qualidade das corridas.
Apesar do domínio da Mercedes na prova inaugural da temporada — com George Russell a vencer e Kimi Antonelli a garantir o segundo lugar — o fim de semana em Melbourne expôs fragilidades associadas ao novo regulamento técnico.
Questionado sobre a polémica em torno dos novos regulamentos, Toto Wolff defendeu que o desporto deve manter uma abordagem pragmática e estar aberto a evoluções caso seja necessário melhorar o produto final.
Toto Wolff afirmou, citado pelo RacingNews365:
“Não ouvi muitos pilotos dizerem coisas particularmente positivas sobre os carros anteriores ou que eram os melhores carros de sempre. Temos tendência para olhar para o passado com alguma nostalgia. Somos todos partes interessadas neste desporto. Precisamos de oferecer um grande espetáculo, os melhores carros do mundo, os melhores pilotos e algo entusiasmante para os fãs. Por isso temos de olhar para o produto.”
Segundo o responsável da Mercedes, a opinião dos pilotos é relevante, mas o fator decisivo será sempre a reação do público.
“Uma das perspetivas é a dos pilotos, que é importante. Mas o Stefano Domenicali diria que a única métrica que realmente importa é saber se os fãs gostam. É isso que precisamos de avaliar. E se for necessário ajustar alguma coisa, a Fórmula 1 tem flexibilidade para tomar essas decisões.”
Foto: MPSA / Philippe Nanchino










Eu como fã, detesto ver carros a fazer 300m de lift and coast, carros a regenerar em curvas de alta velocidade. Prefiro ver a F2 e F3.
Este fã não gosta!
Daqui a duas ou três corridas saberei se gosto ou não. Uma é pouco, para mais a Austrália não costuma ser bitola para o campeonato.
Sempre que há um novo regulamento, ao princípio, “estranha-se, depois entranha-se”, como dizia o outro. Aconteceu, por exemplo, com os motores híbridos e, depois, com o halo. É natural que hajam arestas a limar, mas a essência irá manter-se.
Como disse há dias, a F1 não é só desporto, é também tecnologia, é por isso que as construtoras de motores lá estão.
Gratias agimus tibi quod existi…
quia sine hac sapientia nemo essemus.
Se eu gostasse de corridas de Mario Kart via corridas de Mario Kart…
Sinceramente, foi apenas horrível.