A mais de 2.200 metros de altitude, o circuito mexicano representa um desafio técnico sem igual na Fórmula 1.
Entre as 24 provas do calendário da Fórmula 1, poucas oferecem um desafio técnico tão singular quanto o do Autódromo Hermanos Rodríguez, situado a mais de 2.200 metros de altitude.
A menor densidade do ar influencia drasticamente o comportamento dos monolugares. O ar rarefeito reduz a carga aerodinâmica e afeta a capacidade de arrefecimento, obrigando as equipas a utilizarem configurações de alta pressão semelhantes às de Mónaco, mas com menos efeito prático.
“Em altitude, até um carro com máximo apoio aerodinâmico comporta-se como se estivesse em Monza”, resumem engenheiros. A gestão térmica também se torna crítica, já que o ar menos denso limita a capacidade de refrigeração dos travões e do motor.
A corrida mexicana combina complexidade técnica e espetáculo, realçada por um dos ambientes mais vibrantes do calendário, com milhares de adeptos a encherem as bancadas, especialmente na icónica zona do Foro Sol, que transforma cada passagem dos carros numa verdadeira celebração.










