Em declarações ao AutoSport inglês, Tim Mayer, candidato à presidência da FIA, revelou que não se candidata por vingança, mas sim porque não acha que a FIA esteja a ser bem governada. Mas Ben Sulayem respondeu-lhe…
Tim Mayer tem uma vasta experiência no mundo do desporto motorizado, incluindo ligações à McLaren através do seu pai, Teddy Mayer, durante a sua carreira trabalhou com Emerson Fittipaldi, fundou a G3 Communications, e desempenhou funções de gestão na Champ Car e IMSA.
Foi ainda diretor do Automobile Competition Committee for the United States e esteve na lista de comissários da FIA, trabalhando em eventos como a F1, WEC e WTCC, mas recentemente foi demitido do seu cargo de comissário após representar o organizador do GP dos EUA num pedido de revisão de uma multa, o que Ben Sulayem considerou um conflito de interesses.
Agora, Mayer afirma que a sua candidatura não é por vingança, mas sim para melhorar a governação da FIA, criticando a falta de transparência e a centralização do poder sob o presidente atual.
Já Mohammed Ben Sulayem, desvaloriza as sugestões de que a sua equipa na FIA está a sofrer “um reino de terror” e acusa o seu rival na corrida presidencial da FIA de estar “desligado” após essas alegações. Ele era somente um comissário, não um insider da FIA, a FIA tem uma maneira diferente de trabalhar, fá-lo para os membros e para promover o desporto e não como dantes, apenas para o promotor.
Ele é livre para dizer o que quiser, qualquer pessoa pode ir verificar com eles [a sua equipa], e o que eles tiverem a dizer, cabe a eles…”











