O título, ou para sermos mais ‘leves’, ‘Ficou com a cabeça quente’ ou talvez para ser mais acertado: ‘Ia com a tampa a ferver’. O neerlandês começou bem a corrida ao passar Lando Norris após o arranque, que lhe devolveu a ‘simpatia’ antes das primeiras paragens nas boxes.
Verstappen tinha uma estratégia de três paragens, face às duas dos McLaren, mas a dez voltas do fim, depois do Safety Car ter sido despoletado fruto do abandono de Kimi Antonelli, os McLaren aproveitaram para ir às boxes para colocar pneus macios usados, mas Verstappen só tinha pneus duros novos.
Assim que o Safety Car saiu, cedo se percebeu que com aqueles pneus iria ter dificuldades e isso confirmou-se. Charles Leclerc passou-o mais ou menos facilmente e George Russell só à terceira tentativa, mas depois de muita polémica pelo meio.
Na primeira tentativa de Russell, Verstappen saiu de pista na curva 1, voltou em quarto na frente do piloto da Mercedes, mas foi-lhe dito que as regras obrigavam-no a ceder a posição.
Não o fez, e fez pior: atirou com o Red Bull para cima do Mercedes, de forma completamente ostensiva, na curva 4 e manteve a posição. Pouco depois, deve ter-lhe ‘caído a ficha’, mas o mal estava feito.
Cedeu a posição, mas a Direção de Corrida ‘deu-lhe’ 10 segundos de penalização pelo incidente, caindo para o décimo lugar.
Quem vê as imagens, parece que abrandou antes da curva 4 para deixar passar Russell, mas depois deve-se ter arrependido e mandou o Red Bull contra o Mercedes. Se o que fez até ali nas várias lutas, é aceitável, foi o “Max do costume”, o que fez a Russell que levou à penalização, foi algo que só podemos definir com ‘Passou-se dos carretos’…









