Uma corrida má da Mercedes. Com Kimi Antonelli fora de prova prematuramente, as esperança da equipa foram depositadas em George Russell, que não teve condições para se destaca. O sétimo lugar foi o melhor que conseguiu.
Russell reconheceu o mau dia da equipa e explicou que o calor foi novamente um fator determinante na prestação da equipa:
“Estávamos muito lentos. As tendências são bastante claras. Quando está calor, somos lentos. Quando está frio, somos rápidos. Foi o mesmo no ano passado. Temos feito tudo com a afinação para tentar encontrar soluções, mas há claramente algo mais fundamental no carro. Não é a primeira corrida desta época em que estivemos mais lentos do que a Ferrari, ou ao mesmo ritmo que a Williams. Mas conseguimos, de alguma forma, obter um resultado nessas ocasiões. Mas hoje tivemos muita sorte em terminar em 7º, para ser sincero. Não diria que estamos a ficar sem ideias para resolver o problema dos pneus, mas, como já disse, está mais ou menos incorporado no carro. Se olharmos para a Ferrari há alguns anos, eles costumavam ser muito rápidos na qualificação e lentos na corrida. Agora deram uma reviravolta e também não percebem bem porquê. Por isso, temos de encontrar um melhor compromisso, especialmente antes da próxima corrida. Estamos a aproximar-nos do verão e isso não é um bom presságio para nós. Temos de pensar depressa.










