A Red Bull e Mercedes colocam-se logo a seguir à McLaren e à Ferrari na correlação de forças da F1 2025
No dia final dos testes no Bahrein, Red Bull e Mercedes levantaram um pouco o véu sobre os seus verdadeiros potenciais, e embora os números revelem que o duelo pela supremacia parece pertencer à McLaren e Ferrari, a Red Bull e a Mercedes estão logo a seguir e não muito longe.
Pierre Wache, o atual ‘maestro técnico’ da Red Bull, confessou que a ‘sinfonia’ mecânica da sua equipa não fluiu como esperado, com o Red Bull ocasionalmente desafinando da partitura planeada. “O carro não respondeu como queríamos por vezes”, admitiu, embora a melodia geral tenha apontando para a tonalidade certa.
Max Verstappen e o ‘semi-rookie’ Liam Lawson detetaram uma evolução na previsibilidade do monolugar quando comparado ao seu antecessor. Como em tantas outras ocasiões, o talento indiscutível do neerlandês transformou um instrumento temperamental em tempos de volta que fizeram os cronómetros fazer parecer o carro melhor do que é. Como tem sucedido há anos…
A análise de dados colocou a equipa austríaca na terceira posição tanto na qualificação quanto nas longas distâncias, apenas um ‘sussurro’ à frente da Mercedes, que, através de George Russell, se colocou no topo da folha de tempos do último dia. Russell andou muito bem em Sakhir na sexta-feira, enquanto o jovem Kimi Antonelli continuou a sua impressionante escalada pela montanha da F1. O italiano acumulou quilómetros preciosos absorvendo conhecimento sobre os pneus, e prepara-se para sua estreia em terras australianas, demonstrando uma curva de aprendizagem que deixou alguns veteranos de queixo caído. Vamos ver quando for a ‘sério’…










