O segundo dia de testes da Ferrari em Barcelona teve que ser encurtado devido ao acidente de Lewis Hamilton, que deixou Charles Leclerc com menos tempo de pista. Como se sabe a Ferrari está a aproveitar os regulamentos que permitem testar carros da temporada anterior (SF-23) com os seus pilotos, cada equipa tem direito a 1000 km divididos por quatro dias de testes e depois da Ferrari ter rodado em Fiorano, e ontem em Barcelona, o acidente de Hamilton, segundo o Motorsport Itália, na Curva 12, isso teve como consequência danos significativos na dianteira do monolugar, o que impediu Charles Leclerc de testar porque o tempo que a equipa de mecânicos precisou para reparar o carro levou a que, quando este estava pronto, a luminosidade na pista já não era a ideal, pelo que a Scuderia entendeu que era melhor que Leclerc não rodasse.
Para o último dia de testes da Ferrari nesta semana serão Antonio Giovinazzi e Dino Beganovic que testarão o SF-23.
Recorde-se que Beganovic é piloto da Prema e membro da Ferrari Driver Academy, e prepara-se para obter a superlicença da FIA, estando previsto que faça treinos livres esta temporada. De resto, Hamilton e Leclerc ainda podem testar o SF-23 mais um dia este ano, sendo que a equipa pode aproveitar o teste da Pirelli em fevereiro para completar o quarto dia de testes.










Já deve haver gente a pensar que foi a prima donna a sabotar de propósito o companheiro de equipa…
Estou a ver que os adeptos do Hamilton têm pouca sensibilidade para o sarcasmo. Pelo menos dois deles.
Três…
E espere até o miúdo de Bolonha bater… Saiem logo todos do buraco.
Mais um…
Acontece aos melhores…
Ele não Mercedes “até nunca se despistou…”…
Claro que já está a tentar condicionar o Leclerc, mas de pouco lhe serve…
Acho as 2… Agora qualquer coisa é nit.icia para “bota abaixo”… O costume e a tal dor…..
Ridículo…. Olhem para o vosso ego primeiro.
Até estudou em Coimbra….
Com muito orgulho, não preciso de me esconder.
Que pena não lhe terem ensinado um pouco de senso comum em Coimbra, mas talvez a culpa não seja da Universidade mas sim dá pessoa.
Foi numa Escola Básica.
Mal entrou na Ferrari, o Schumacher alterou logo os métodos de trabalho. Reuniões às 8h e não 1 voltinha às 9 e reunião a seguir para delinear a estratégia. Mais, acabou com o hábito de rodar o carro com 50 kg de combustível e no fim dos testes aligeirá-lo a fim de obter cronos para “inglês ( jornalista) ver”. Quem o informa é o seu engenheiro da altura, fim de 1995, o Bin8. Isto vem a propósito das encenações teatrais do HAM, fixado em imitar o alemão, ao ponto de vestir-se como ele em Fiorano até ao ir também, de… Ler mais »
Está a comparar o alemão com 26 anos e o inglês com 40? Comparação excelente e apropriada… Vá comparar um Hamilton com 22 anos e um Schumacher com 26 anos e depois falamos. O Hamilton (tecnicamente com 8 títulos) tem um CV em praticamente tudo superior ao alemão. Deve ser daqueles que usava o CV do alemão para justificar a superioridade absoluta deste sobre todos os outros pilotos – sem contestação – afinal “os números falavam por si”. Assim que o CV dele foi ultrapassado imagino que tenha custado… É a Vida. Conforme disse, “tecnicamente falando”, “já era” da posição… Ler mais »