Ales Loprais terminou o 47º Dakar com uma nota vitoriosa ao vencer a última especial, dando-lhe 5 vitórias em etapas na edição deste ano do rali, mas foi Martin Macik que venceu o seu segundo Dakar. O piloto checo não deixou margem para dúvidas nesta edição do Dakar. Após uma luta inicial renhida com Ales Loprais e o estreante Vaidotas Zala, o piloto checo assumiu o comando da classificação geral a partir da terceira etapa, reforçando a sua liderança graças aos percalços dos seus rivais.
Com cinco vitórias em etapas, o patrão da MM Technology conquistou o seu segundo título ao volante do seu camião apelidado de ‘Benny the Big Guy’.
Depois de um longo período de vitórias russas, interrompidas em 2023 pela guerra na Ucrânia e o impedimento de atletas russos a competir internacionalmente com a bandeira do seu País, eis que depois do triunfo neerlandês de Janus van Kasteren foi a vez de Martin Macik começar uma nova era de triunfos checos, começados por Karel Loprais em 1988.
O neerlandês Mitchel Van Den Brink (Eurol Rally Sport) foi segundo a mais de duas horas, e no lugar mais baixo do pódio terminou Ales Loprais (Instatrade Loprais Team De Rooy) a 2h26m43s dos vencedores. O neerlandês Kees Koolen (MM Technology) foi qaurto a 6h14m42s na frente de Vaidotas Zala/Paulo Fiuza/Max Van Grol (Skuba Team De Rooy) que ficaram a 7h17m24s. Eram terceiros no fim da etapa 3, mas na cinco perderam imenso tempo, 5h15 minutos e qualquer hipótese de um melhor resultado. Caíram para o nono lugar, mas ainda foram a tempo de chegar ao top 5, depois de cinco pódios em etapas até ao fim da prova. Caso voltem para o ano de camião, com maior experiência, podem fazer ainda melhor.










