Com as saídas de Carlos Sainz e Sébastien Loeb, Nasser Al Attiyah surgiu naturalmente como o principal favorito após o terceiro dia do Dakar, mas o desenrolar dos acontecimentos ‘trataram’ de colocar muitas pedras no caminho do piloto do Qatar.
O pentacampeão do Dakar concluiu a etapa 3 em segundo lugar na classificação geral, mantendo uma performance constante sem forçar excessivamente o seu Sandrider. Contudo, como nos ralis e na vida, imprevistos acontecem.
Na quarta-feira, um furo prenunciou o desastre: a quebra da junta esférica da direção traseira direita.
A ajuda providencial de Cristina Gutiérrez, que forneceu as peças necessárias, e a habilidade mecânica do seu copiloto, Pablo Moreno, evitaram o abandono de Al Attiyah. Mas o incidente custou caro ao piloto do Qatar, que caiu para a sétima posição na geral, ficando agora a 35 minutos e 53 segundos do líder, Henk Lategan.
Acostumado a liderar, Al Attiyah agora terá que procurar a recuperação, falta muito rali, mas a sua margem de erro estreitou-se significativamente e agora vai ter de arriscar mais que os concorrentes à sua frente. “Temos que nos adaptar. A minha única opção é atacar…”, disse. Vamos ver se conta com boa fiabilidade do novo Dacia Sandrider.
Se vencer, será a primeira vez desde 1991 que um carro estreante vence o Dakar, depois de Ari Vatanen aos comandos do Citroën ZX Rally Raid o ter conseguido…









