Sami Pajari (Toyota) consolidou a sua liderança no Rali da Estónia ao vencer a segunda especial do dia, a classificativa de Karaski, onde superou o registo de Oliver Solberg (Toyota) por 0,3 segundos. Após o arranque da prova, o finlandês mantém a consistência no topo da tabela, enquanto a concorrência continua a debater-se com as variações de aderência e o equilíbrio dos seus carros. Com este resultado, Sami Pajari (Toyota) tem agora 2.9s de avanço para Solberg, que subiu uma posição por troca com Adrien Fourmaux (Hyundai).
Thierry Neuville (Hyundai) é agora quarto por troca com Sébastien Ogier (Toyota), que já está a 8.1s da frente.
Elfyn Evans (Toyota), que já é oitavo a 16.9s da frente, foi o primeiro a completar os 11,97 quilómetros do troço, estabelecendo uma marca de 6:03.7, num terreno que descreveu como ainda mais solto do que o da especial anterior, tornando a condução particularmente exigente. Takamoto Katsuta (Toyota), que efetuou ajustes profundos na afinação do seu Toyota para corrigir a falta de aderência sentida anteriormente, respondeu com um tempo de 6:02.0, embora tenha admitido que ainda lhe falta alguma confiança no comportamento da máquina. É sexto a 15.6s da frente. Sébastien Ogier, mantendo uma toada limpa, registou 6:01.1, assegurando um ritmo superior ao de Katsuta.
A liderança provisória passou para as mãos de Sami Pajari, que com 5:56.8 estabeleceu uma marca 4,3 segundos mais rápida que a do campeão francês. Oliver Solberg, apesar de ter ficado a escassos 0,3 segundos do líder, queixou-se de uma falta de conforto comparada com o ano anterior, admitindo dificuldades tanto na sua condução como no acerto do carro. Thierry Neuville, por sua vez, registou 5:59.6, mas reportou graves problemas de equilíbrio e subviragem sob travagem, descrevendo o momento como “assustador”. Adrien Fourmaux superou as expectativas ao marcar 5:58.5, apesar de ter passado por um susto numa aterragem de um salto que o deixou com erva na frente do carro.
Esapekka Lappi, com 6:03.2, demonstrou alguma confusão com a falta de velocidade, sentindo que não consegue extrair o potencial da trajetória limpa. Em contrapartida, Jon Armstrong, que ainda reparava os danos no seu Ford após um furo no primeiro troço, assinou um tempo de 6:00.4, revelando um engenho criativo na reconstrução da asa dianteira. Mārtiṇš Sesks, penalizado anteriormente, realizou um tempo notável de 5:58.5, igualando o registo de Fourmaux e demonstrando uma velocidade competitiva. Nos WRC2, Roope Korhonen completou o troço em 6:17.9, queixando-se da escolha de trajetórias, enquanto Robert Virves foi mais eficaz ao registar 6:13.2, mantendo-se na luta pela categoria.









