Quando em 2008 o Lisboa-Dakar foi anulado devido, alegadamente a ameaças terroristas, logo surgiu o Africa Eco Race para provar que foi a política e nada mais que cancelou a prova que iria arrancar de Lisboa. O espaço ficava aberto para outras organizações a ASO foi para a América do Sul, ainda tentou que o Africa Race não arrancasse, vá lá saber-se porquê, há um ditado bem português que ilustra bem a situação, mas a verdade é que depois de uns anos de crescimento, a prova agora liderada por Jean-Louis Schlesser decaiu muito ao longo do tempo e nunca conseguiu chegar aos objetivos que se propunha inicialmente: substituir o Dakar em África…
Criado em 2008, o Africa Eco Race adaptou-se aos traços dos grandes ralis africanos, mas colocando a tónica num espírito de aventura e de respeito pelo ambiente. Hoje em dia, este rali internacional liga o Mónaco a Dakar e propõe etapas através de paisagens espetaculares de Marrocos, Mauritânia e do Senegal, terminando nos rios do mítico Lac Rose. Tal como o Dakar doutros tempos.
O Africa Eco Race distingue-se pelo seu empenhamento numa competição responsável, inclui práticas responsáveis para reduzir o seu impacto ambiental e implementa ações de solidariedade em benefício das populações locais.
Este ano, 156 participantes e 121 veículos partiram do Mónaco para chegar a Dakar. No dia 28 de dezembro, a 16ª edição do Africa Eco Race foi oficialmente lançada a partir do Principado do Mónaco. Diane Thierry-Mieg, antiga esposa de Thierry Sabine, fundador do Paris-Dakar, e Jean-Louis Schlesser, diretor do Africa Eco Race, deram o sinal de partida.
O rally-raid Africa Eco Race seguirá os passos de Thierry Sabine, percorrendo Marrocos, Mauritânia e Senegal, para chegar às margens do Lago Rosa, no Dakar, a 12 de janeiro.










