A primeira especial do Rali do Algarve mostra que a ordem na estrada é determinante para ‘fazer tempos’, e se desta equação temos de tirar Kris Meeke, porque anda bem seja qual for a posição que tem, de resto os registos mostram a vantagem de se rodar mais atrás…
Kris Meeke/James Fulton (Hyundai I20N Rally2) foram os mais rápidos na especial de abertura do Rali do Algarve, bateram Pedro Almeida/Mário Castro (Skoda Fabia Evo) por 4.6s com o piloto da ARC a entrar bem na prova. Seguiram-se Ricardo Teodósio/José Teixeira (Hyundai I20N Rally2) a 6.4s na frente de Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2) a 10.3s, na frente de Ernesto Cunha/Rui Raimundo (Škoda Fabia Rally2 evo) com José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 Rally2) a ceder 15.6s. Seguiram-se Diogo Salvi/Carlos Magalhães (Škoda Fabia Rally2 evo, Pedro Meireles/Ricardo Cunha (Hyundai I20 N Rally 2), Rakan Al-Rashed/Hugo Magalhães (Škoda Fabia RS Rally2), Gil Membrado/Alejandro López (Ford Fiesta Rally2), Lucas Simões/Valter Cardoso (Ford Fiesta R5 Mk II), Rui Madeira/Nuno Rodrigues Silva (Ford Fiesta Rally2, Ricardo Filipe/Filipe Carvalho (Skoda Fabia Rally2), Carlos Martins/Daniel Amaral (Citroën C3 Rally2), Paulo Neto/Nuno Mota Ribeiro (Škoda Fabia Rally2 evo).
Nota-se claramente que a ordem na estrada está a fazer grande diferença, sendo que quanto mais atrás se parte, melhor tempo é possível fazer, sendo a ordem depois, dependente do que anda cada piloto, mas neste primeiro torço do rali claramente mostra isso mesmo. O único registo mais interessante é o de Pedro Almeida, que começa bastante bem o rali, posicionando-se como o…melhor português.











