Já não restam absolutamente dúvidas nenhumas que há muita gente interessada em não deixar ‘morrer’ o caso Christian Horner, quer seja como ataque direto ao Chefe de Equipa da Red Bull Racing, ou mesmo porque não ficaram satisfeitos com o desfecho resultante da investigação da Red Bull.
Logo a seguir à Red Bull, que solicitou uma investigação independente, ter ‘ilibado’ Horner, a imprensa recebeu por e-mail acesso um um link do Google Drive com as mensagens e fotos do WhatsApp alegadamente trocadas por Christian Horner e a queixosa que despoletou este caso.
Aqui há que fazer o primeiro parênteses em forma de alerta: a autenticidade do ‘material’ não foi estabelecida. No mundo que vivemos hoje, convém ponderar que quase literalmente tudo possa ser ‘deepfake’.
Tal como já escrevemos, Horner reiterou a sua defesa CLIQUE AQUI e nada mais acrescenta ao comunicado da Red Bull que é público: CLIQUE AQUI.
Agora, fica por saber se depois de inocentado pela Red Bull, este e-mail anónimo para a imprensa, chefes da F1 e para FIA, contendo centenas de mensagens de WhatsApp, incluindo capturas de ecrã supostamente do telefone de Horner e do acusador, terá algum efeito, num processo que terminou com a ressalva que o queixoso pode recorrer da decisão.
O que é um facto é que Christian Horner continua sob ataque cerrado. Segundo o Motorsport.com, no e-mail lê-se: “Após a recente investigação e declarações da Red Bull, você estará interessado em ver os materiais anexados” Horner já disse que não comenta, mas o mundo da F1 reforça que este caso precisa de ser “escavado mais a fundo”.
Zak Brown (McLaren) diz que “Acho que a FIA precisa se certificar de que as coisas foram totalmente transparentes.”
Toto Wolff (Mercedes): “A F1 recebeu a mensagem: ‘Está tudo bem. Nós examinamos’. Acredito que a aspiração de ser um desporto global em temas tão críticos precisa de mais transparência. E eu pergunto-me qual é a posição da F1? Precisamos avaliar o que é certo e o que é errado nesta situação. Continuará a haver especulação porque há muitas perguntas sem resposta sobre todo o processo.”








