F1, Mika Hakkinen: “a Mercedes está numa encruzilhada, mas acredito na McLaren”

Por a 27 Janeiro 2024 12:54

Em declarações ao jornal alemão Bild, Mika Hakkinen, antigo campeão do Mundo de Fórmula 1 é de opinião que a Mercedes está numa posição muito difícil face ao domínio dos últimos dois anos da Red Bull, e acredita que a sua antiga equipa, a McLaren, pode dar em 2024 ainda mais luta do que a que deu no ano passado.

O finlandês admite, no entanto, que a Red Bull e Max Verstappen são os grandes favoritos a um quarto triunfo consecutivo nos dois títulos, embora admita que o campeonato possa ser mais equilibrado, ou pelo menos não tão desequilibrado quanto foi em 2023. Hakkinen assegura que Max Verstappen está a seguir as pisadas de Michael Schumacher e Lewis Hamilton, quanto ao número de títulos, mas que para isso suceder precisa que tudo se mantenha como até aqui, equipa certo, carro certo, Chefe de Equipa certo, equipa de boxes, gestão, tudo tem que andar perto da perfeição pois foi isso que sucedeu com os títulos de Lewis Hamilton e Michael Schumacher.

Por outro lado, Hakkinen acha que a sua antiga equipa possa fazer ainda melhor que em 2023: “espero muito da McLaren, depois de um início de temporada desastroso no ano passado, eles evoluíram muito bem e, acima de tudo, de forma consistente. Com Lando Norris e Oscar Piastri, eles provavelmente têm a dupla de pilotos mais forte depois da Ferrari, e ambos têm o potencial para se tornarem campeões do mundo. Piastri está a colocar pressão sobre Norris e Verstappen também vai sentir isso este ano”, disse.

Quanto à Mercedes, Hakkinen considera que a equipa liderada por Toto Wolff, que venceu sete campeonatos do mundo de pilotos consecutivos entre 2014 e 2020 está numa encruzilhada: “após uma década de sucesso, as duas últimas épocas deixaram a sua marca nas pessoas responsáveis e nos funcionários, e isso é bom, pois eles têm que estar zangados e desenvolver essa vontade incondicional de vencer novamente. A equipa tem de voltar a desenvolver aquela velha compreensão cega, que não têm tido”, disse Hakkinen, que entende também que há mais pressão em George Russell, do que propriamente em Lewis Hamilton: “na época passada Hamilton terminou em terceiro e Russell apenas em oitavo. Isso não me surpreendeu. Por um lado, Lewis queria mostrar a toda a gente que ainda tem o que é preciso, por outro lado, George estava e continua a estar sob uma enorme pressão. Quando se é colega de equipa de um sete vezes campeão do mundo, todos os olhos estão automaticamente postos em nós. Não importa se terminamos no pódio, se o nosso colega de equipa ganhou.

É a mesma coisa com todas as equipas, mas é diferente para George, uma vez que está a correr contra um campeão recordista”, disse.

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