Bernie Ecclestone saiu em defesa de Mohammed ben Sulayem, que tem estado sob pressão pelas dificuldades no relacionamento com as equipas de F1 e a FOM. Segundo Ecclestone, ben Sulayem é incompreendido.
Os “casos e casinhos” entre a FIA e a F1 vão se multiplicando e a relação entre a federação e os promotores do principal campeonato de automobilismo do mundo tem sido cada vez mais distante, ao ponto de se falar que a F1 pode afastar-se da FIA. Mas o presidente Mohammed Ben Sulayem não tem medo desse cenário. O problema adensou-se com o caso Wolff. Foi notícia um potencial conflito de interesses entre Toto Wolff, chefe de equipa da Mercedes, e Susie Wolff, diretora-executiva da F1 Academy. Este episódio levou a que a FIA iniciasse uma investigação, que levou uma união pouco comum entre as restantes equipas e a Mercedes (todos manifestaram o seu apoio aos Wolff), resultando, no dia seguinte, ao anúncio da entidade federativa “que não há nenhuma investigação em curso em termos de inquéritos éticos ou disciplinares”.
Ecclestone defendeu ben Sulayem, apesar de reconhecer que faria as coisas de forma diferente:
“Ele está a fazer as coisas de uma forma diferente da que foi feita anteriormente. Também faz as coisas de forma diferente do que eu faria. A meu ver, é um homem simples que quer o melhor para o desporto. A sua má reputação deve-se ao facto de as pessoas não o compreenderem. Ele está agora a aprender que as pessoas que dirigem uma equipa de F1 são diferentes do que ele esperava”, disse Ecclestone ao Sport Bild.












