Do ponto de vista da Pirelli, as coisas são muito simples para a corrida de hoje: uma paragem única é a opção mais rápida, mas como sempre sucede, as coisas são bem mais complicadas do que isso. Para Mario Isola, Diretor da Pirelli: “a época está a terminar em grande com mais uma qualificação espetacular. As três partes foram muito disputadas, como se pode ver pelas diferenças de tempo, onde o mais pequeno pormenor foi vital. Em Yas Marina, é o terceiro sector que normalmente faz a diferença numa volta rápida e, para o enfrentar da melhor forma possível, foi preciso não só fazer um bom trabalho na volta de preparação, mas também gerir os pneus com muito cuidado nos vários pontos-chave da volta, de modo a chegar ao sector final com os pneus nas melhores condições possíveis. Tudo isto acrescenta mais incerteza a uma situação em que a hierarquia já está muito próxima, e isso foi muito evidente”, começou por dizer, falando depois sobre as hipóteses para a corrida: “a decisão tomada por quase todas as equipas de poupar dois jogos de pneus duros demonstra que o C3 é o composto preferido. No papel, uma paragem única é a mais rápida, com os médios para a primeira passagem antes de mudar para os duros.
Uma corrida de duas paragens, com a sequência C4/C3/C3, não está muito longe em termos de tempo total de corrida e pode tornar-se uma opção válida, especialmente se houver uma neutralização na segunda parte da corrida.
É difícil ver o C5 a entrar em jogo, a não ser que alguém queira apostar nas fases finais para explorar a vantagem de aderência dos macios sobre os duros usados, com um carro mais leve.”











