Liam Lawson foi chamado à pressa para substituir Daniel Ricciardo na AlphaTauri, depois da lesão sofrida pelo piloto australiano durante o treino livre do GP dos Países Baixos. Competindo desde Zandvoort até ao fim de semana em Losail, no Catar, o jovem neozelandês somou dois pontos em Singapura e mostrou bons desempenhos na sua estreia na Fórmula 1. Sem lugar no pelotão em 2024, Lawson vai concentrar-se na sua função de piloto de reserva e desenvolvimento durante a próxima época, sem qualquer programa competitivo na agenda.
Os quatro lugares do universo Red Bull estão todos tapados: Max Verstappen e Sergio Pérez na Red Bull; Daniel Ricciardo e Yuki Tsunoda na AlphaTauri. Por isso, resta a Liam Lawson o lugar de piloto de reserva e desenvolvimento, com muito trabalho de simulação, mantendo-se perto das equipas para tentar o regresso à Fórmula 1 em 2025.
“Já corri na maioria dos campeonatos e até na F1, não posso voltar a correr na F2″, revelou o neozelandês no podcast ‘Beyond The Grid’. “Não faria sentido. Não posso voltar a fazer Super Formula. Poderia, mas há menos benefícios em fazer isso. Por isso, acho que é preciso concentrar-me totalmente em ser reserva. Isso significa muito simulador, o que, para mim, foi o que me ajudou a entrar na Fórmula 1 e a adaptar-me tão rapidamente”.
Lawson explicou ainda que já trabalha há muito muito tempo no simulador, ajudando a “aprender e absorver o facto de estar ao lado da melhor equipa da Fórmula 1 neste momento. Posso assistir a todas as reuniões e aprender como funcionam”.
Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images/Red Bull Content Pool










