A Aston Martin está em apuros para este fim de semana. Numa pista que não beneficia as caraterísticas do AMR23, Lance Stroll e Fernando Alonso ficaram aquém do esperado.
Lance Stroll está a ter um fim de semana complicado. Na primeira sessão de treinos teve de ceder o seu carro a Felipe Drugovich e no segundo treino ficou parado com problemas técnicos no carro. O canadiano tem corrido atrás do prejuízo, mas ficou arredado na Q1, muito longe do que era esperado. Já Fernando Alonso conseguiu ir à Q3 mas também ficou longe dos primeiros lugares na pior qualificação do ano para o espanhol. Alonso explicou as dificuldades que sentiu e apontou objetivos modestos para amanhã:
“Sabíamos que ia ser uma qualificação difícil e a Q3 era o objetivo máximo que tínhamos. A estimativa que o computador nos deu foi entre o nono e o 12º lugar e nós ficámos algures no meio. Não é um circuito bom para nós, com tantas retas e tão poucas curvas, e amanhã vamos ter de sofrer. Há fins-de-semana melhores e piores e nesses também temos de continuar a marcar pontos”, defendeu o espanhol no DAZN F1. “O objetivo é marcar pontos, não sei quantos vão ser. Vendo o ritmo que temos este fim de semana, o top-7 ou top-8 é o máximo que podemos almejar. Vou tentar ajudar a Aston nos construtores e no campeonato de pilotos, o mais próximo que temos, em oitavo, é o Hamilton, não estamos assim tão longe dele e vou tentar cobrir a sua corrida e… defendermo-nos, porque amanhã é uma corrida em modo de defesa”.
“O carro pareceu-me bom. O problema é que aqui só há seis curvas e o resto do circuito é 90% a fundo. Não há muito a fazer, exceto acelerar. Ainda não conseguimos avaliar totalmente as melhorias implementadas nos Países Baixos aqui, mas penso que estão bem. Há circuitos melhores e piores e este é um dos negativos, como já houve outros, mas marcámos sempre pontos, por isso vamos ver se amanhã o conseguimos fazer de novo”.
Foto: Martin Trenkler











