Nos dias em que antecederam a edição centenário das 24 Horas de Le Mans, o Automobile Club de l’Ouest (A.C.O) anunciou alterações para a próxima época do Campeonato do Mundo de Resistência (WEC), uma delas a confirmação que os LMP2 não terão lugar na competição, ficando-se pelo European Le Mans Series e Asian Le Mans Series, onde continuarão a ser a categoria principal. No entanto, ficarão reservadas 15 vagas para LMP2 nas 24h de Le Mans.
Logo após esta confirmação, a United Autosports, equipa de Filipe Albuquerque no WEC, anunciou que irá apostar a 100% no IMSA, sendo noticiado na altura que houve duas possibilidades para a equipa correr com máquinas LMH/LMDh com projetos de fábrica (um pouco à imagem do que fez a Porsche com a Penske e a Ferrari com a AF Corse), mas os acordos não vingaram.
Apesar de terem falhado a entrada na classe principal do WEC, os responsáveis da United Autosports continuam otimistas sobre um possível acordo e o co-proprietário Richard Dean, em declarações ao Sportscar365.com, admitiu que a estrutura pode aproveitar a possibilidade de competir num programa de equipa cliente de uma das marcas oficiais, como a JOTA fez com a Porsche, ao contrário do que procuravam antes.
Dean afirmou à publicação que, “estivemos muito perto, pensamos nós, e a oportunidade desvaneceu [para este ano], mas ainda estamos muito otimistas. Se a decisão fosse minha, estaríamos agora na Hypercar. A decisão não é minha, mas continuamos a esforçar-nos e estou bastante otimista”.
Estando muito atento ao que acontece com a equipa privada britânica onde António Félix da Costa compete no WEC na classe Hypercar e aos esforços financeiros que são daí advém, a United não fecha a porta a uma possível parceria com uma marca e correr como privada na categoria principal, apesar de não ser este o plano principal.










