Já se sabia que era um fenómeno. Mas este domínio faz lembrar os tempos de Michael Schumacher e Lewis Hamilton. Por muito que se tente, a combinação Verstappen / Red Bull revela-se imbatível. No Mónaco, havia uma réstia de esperança que a Red Bull fosse questionada, que a Aston Martin e até a Ferrari se aproximassem e que pudéssemos ter um vencedor diferente. Essas esperanças acabaram na qualificação, quando Verstappen voltou a fazer magia. Não foi a volta mais limpa e mais bela da sua carreira, mas foi sem dúvida a mais espetacular e talvez o melhor retrato do neerlandês: talento, garra e determinação. Na corrida, não houve argumentos para a Red Bull e para um Max Verstappen que fez render o primeiro stint com médios como se fossem duros, sem perder tempo para Fernando Alonso. Verstappen está dois furos acima da concorrência e o tricampeonato parece uma inevitabilidade. Era preciso uma hecatombe para que o Max não mantenha o #1 no seu carro. Goste-se mais ou menos da postura, ao volante, o talento é inquestionável.











